17.5.10
km 2000.
Penzance, Cornualha, Inglaterra.

Toda a terra última é definida contra um mar, se atendermos à nossa caixa de visibilidade. Mas não há terras últimas!? Finisterre, Finistère, Land’s End, não serão apenas nomes da convicção da terra em acabar? Em determinar um fim? De uma finalidade circunscrita e ultrapassável? Sabemos de um amigo que no primeiro dia de regresso a Portugal toma café na Pensão Fim do Mundo, em Grândola. Fazer coisas no fim, fazer coisas ao fim.

Aida Castro em Para as Terras Últimas.

Terras Últimas. Fotografias de Eduardo Brito e música de Sandy Kilpatrick.
22 de Maio de 2010, 22h00, Centro Cultural de Vila Flor, Guimarães.
Para ver até 20 de Junho.
 
posted by Eduardo Brito at 8:54 da manhã | Permalink |


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