31.5.10
sábado cego.

A Oficina do Cego é uma associação sem fins lucrativos que desenvolve trabalho no domínio das artes gráficas. Fundada em Lisboa, em 2009. O seu nome foi subtraído ao de uma importante casa de impressão do século XVIII. O primeiro número do Jornal da Oficina do Cego, dirigido por Luís Henriques, é lançado no próximo sábado no Bar a Barraca, em Santos, Lisboa. Não, não há gralha no cartaz. A festa começa mesmo 12 minutos depois da meia noite de sábado para domingo. Haverá música e edições históricas à venda, para além das 2 edições do jornal, a ordinária e a especial, com intervenção em serigrafia sobre trabalho do Cabral Santo. !150 exemplares apenas!

 
posted by Eduardo Brito at 11:30 da tarde | Permalink | 0 comments
amanhã.
As fotografias das Terras Últimas fazem o seu caminho: amanhã apresentam-se na Escola Superior Artística, Porto, às 14.30, parte do terceiro Maioclaro. Conversa informal, a convite da fotógrafa Ângela Berlinde.
 
posted by Eduardo Brito at 11:24 da tarde | Permalink | 0 comments
20.5.10
km 4000.
Santander, Cantábria, Espanha.

Assumindo a sequência de Terras Últimas, a evocação do roadmovie é automática. Cria necessariamente a sensação de viagem por todo um território em que se assumiu o fim da Terra. Vários fins. E é nessa sequência que construímos, cada um de nós, uma história.

Rodrigo Areias em Para Além do Fim da Terra.

Terras Últimas. Fotografias de Eduardo Brito e música de Sandy Kilpatrick.
22 de Maio de 2010, 22h00, Centro Cultural de Vila Flor, Guimarães.
Para ver até 20 de Junho.
 
posted by Eduardo Brito at 8:56 da manhã | Permalink | 1 comments
17.5.10
km 2000.
Penzance, Cornualha, Inglaterra.

Toda a terra última é definida contra um mar, se atendermos à nossa caixa de visibilidade. Mas não há terras últimas!? Finisterre, Finistère, Land’s End, não serão apenas nomes da convicção da terra em acabar? Em determinar um fim? De uma finalidade circunscrita e ultrapassável? Sabemos de um amigo que no primeiro dia de regresso a Portugal toma café na Pensão Fim do Mundo, em Grândola. Fazer coisas no fim, fazer coisas ao fim.

Aida Castro em Para as Terras Últimas.

Terras Últimas. Fotografias de Eduardo Brito e música de Sandy Kilpatrick.
22 de Maio de 2010, 22h00, Centro Cultural de Vila Flor, Guimarães.
Para ver até 20 de Junho.
 
posted by Eduardo Brito at 8:54 da manhã | Permalink | 0 comments
13.5.10
km 1000.

Temos medo do tempo vazio como se tivéssemos medo de nós próprios, como se a inactividade não mais revelasse que, afinal, todo o aborrecimento fosse inerente ao nosso ser parado. Deveremos acreditar que somos naturalmente enfadonhos e que só o preenchimento do tempo, a actividade e, consequentemente, o sentido social de progresso, poderão contrariar a suposta constatação de que a inactividade e o vazio que levam ao excesso de tempo, são nefastos, logo e em primeiro lugar, para a nossa saúde. Que outros motivos teria eu para escrever este texto? Que outro motivo teria Eduardo Brito para fazer fotografia ou o Sandy para escrever música? E paradoxalmente Terras Últimas é o lugar onde a ilusão de um tempo vazio, perdido, ainda faz sentido.

Pedro Bandeira em O Tempo Vazio das Terras Últimas.


Terras Últimas. Fotografias de Eduardo Brito e música de Sandy Kilpatrick.
22 de Maio de 2010, 22h00, Centro Cultural de Vila Flor, Guimarães.
Para ver até 20 de Junho.
 
posted by Eduardo Brito at 8:51 da manhã | Permalink | 1 comments
10.5.10
km 0.
Baie des Trépassés, Finistère, França.

A ideia era antiga, talvez viesse do fim dos tempos de miúdo, dos tempos de descobrir o mundo pelos mapas, dos tempos de passagem por John O'Groats, do livro de Carlos Oliveira, de um programa de rádio. O projecto foi em frente há algum tempo, muito, pouco, não interessa. Uma viagem de carro feita por duas pessoas, eu e o Sandy Kilpatrick, escocês do Minho e músico do mundo, entre os três fins de terra europeus e atlânticos. Uma viagem que trouxesse duas histórias, dois modos de ver diferentes contados lado a lado por duas linguagens diferentes: fotografia e música. E lá fomos, de Finisterre (ou Fisterra, em Galego), na Galiza, a Finistère, na Bretanha, e daí até Land's End, na Cornualha inglesa. Rolos a preto e branco e a cor, duas máquinas de 35 milímetros, gravadores, blocos de papel, canetas e quilómetros. Assim se fizeram as Terras Últimas, o projecto que tive a honra e o privilégio de trabalhar a meias com o Sandy, e que é apresentado no próximo dia 22 de Maio, sábado, no Palácio de Vila Flor, em Guimarães. Trinta imagens e nove músicas que se vão encontrar em exposição, concerto e livro-cd, este último com textos de Pedro Bandeira, Rodrigo Areias e Aida Castro, desenhado por Cláudio Rodrigues.

22 de Maio, às 22h00. Fica até 20 de Junho.

www.eduardo-brito.com
http://www.myspace.com/sandykilpatrick
http://www.ccvf.pt/
 
posted by Eduardo Brito at 7:53 da tarde | Permalink | 0 comments
4.5.10
a melhor série de sempre?
http://aarkangel.files.wordpress.com/2008/03/1010489269a3242812687b105078953l.jpg
Frank Gallagher, o sustentáculo filosófico-moral de Shameless.

Tickets this way for the Chatsworth Express, come and watch pikeys making a mess of the lives they were given by him upstairs and kids they’re convinced aren’t actually theirs. What sound on earth could ever replace kids needing money and wives in your face, cos this, people reckon, and me included, is why pubs and drugs were kindly invented: to calm us all down, stop us going mental. These are Chatsworth Estate’s basic essentials, we are worth every penny, we’re grinding your axes; you sit on our head, but you pay the taxes. Imagine a Britain without Chatsworth buccaneers, we’ll come on your face for the price of a beer. Cheaper drugs now! Make poverty history! Cheaper drugs now!



Shameless, a série que não é para meninos. Último episódio da sétima temporada no ar na próxima terça, dia 11, Channel 4. Também na Sic Radical.
 
posted by Eduardo Brito at 6:29 da tarde | Permalink | 0 comments
2.5.10
act local.
Jogos Olímpicos 2024: onde? Aqui.
 
posted by Eduardo Brito at 12:33 da manhã | Permalink | 0 comments