29.9.09
homens do mal: john ryder.

Halsey
- My mother told me never to do this.

No response.

Halsey (continuing)
- My name's Jim Halsey, man

He extends his hand. The Hitcher shakes it. (...)

Hitcher
John Ryder.

Halsey
So where do you want me to drop you?

No answer.

Halsey (continuing)

You gonna tell me where you're goin' or what?

No answer.

Eyeballs glinting in the dark, reptilian, alien.

Halsey (continuing)
What are you looking at me that way for? I said, what are you looking at?

Ryder
Scare ya?

Texto: The Hitcher, guião de Eric Red.

Imagens: John Ryder, pelo actor Rutger Hauer, em The Hitcher, 1986,de Robert Harmon.

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posted by Eduardo Brito at 10:48 da tarde | Permalink | 0 comments
23.9.09
homens do mal: professor james moriarty.

"He is the Napoleon of crime, Watson. He is the organizer of half that is evil and of nearly all that is undetected in this great city. He is a genius, a philosopher, an abstract thinker. He has a brain of the first order. He sits motionless, like a spider in the center of its web, but that web has a thousand radiations, and he knows well every quiver of each of them. He does little himself. He only plans. But his agents are numerous and splendidly organized. Is there a crime to be done, a paper to be abstracted, we will say, a house to be rifled, a man to be removed—the word is passed to the Professor, the matter is organized and carried out. The agent may be caught. In that case money is found for his bail or his defence. But the central power which uses the agent is never caught—never so much as suspected. (...)"

Texto: The Adventures Of Sherlock Holmes - The Final Problem, de Sir Arthur Conan Doyle, pub. 1891 no Strand Magazine - ed. facsimilada da Wordsworth Classics, 1992, pág. 437.

Imagens: Professor James Moriarty, pelo grande actor Eric Porter, in The Adventures of Sherlock Holmes - The Red Headed League e The Final Problem, Granada TV, 1985, adaptação de John Hawkesworth.

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posted by Eduardo Brito at 11:16 da tarde | Permalink | 0 comments
21.9.09
"la vida como tortura a plajo fizo".
Pere Ginard, Vint Anys de Dolor, Ed. Garabattage, com epílogo de Arnal Ballester, de onde se retirou a frase título deste post.
 
posted by Eduardo Brito at 9:40 da manhã | Permalink | 0 comments
referênciasp.
A Maravilha, de e por Aida Castro: estereoscopias do quotidiano que enriquecem as possibilidades de experiência do homem urbano. Uma espécie de arquivo constituído por breves e condensados ensaios teórico-visuais.
 
posted by Eduardo Brito at 8:54 da manhã | Permalink | 0 comments
referênciasp.
Spleen-Ville: Gustavo Sampaio em inteligente e elegante exercício casual.
 
posted by Eduardo Brito at 8:03 da manhã | Permalink | 0 comments
19.9.09
a cidade incontornável.
O Guia de Turismo Científico de Guimarães é editado pela Universidade do Minho e pela Câmara Municipal de Guimarães. Tem coordenação de Said Jalali, professor da Universidade do Minho. É um manual essencial para uma diferente perspectivação da arte de conhecer e de flanar na cidade e na região. Textos, no verdadeiro sentido da palavra, sobre museus, casas, castelos, latoaria, igrejas, sinos, ourivesaria, estátuas, cutelaria, arquitectura e outras áreas fazem as duzentas e vinte e três páginas deste livro incontornáveis para o conhecimento da cidade.
 
posted by Eduardo Brito at 10:43 da tarde | Permalink | 1 comments
15.9.09
mora na fotografia.


Este espaço passa a ser, quase em exclusivo, um lugar de notas imprecisas, de memórias fantásticas e de histórias verdadeiras como um trevo azul. Permanecem as referências com pê atrás, as divinas desordens, garamond no corpo de texto, títulos com ponto e por aí fora.
A fotografia passa a morar em www.eduardobrito.weebly.com, acessível por aqui ou pela ligação na coluna da esquerda.
 
posted by Eduardo Brito at 11:27 da tarde | Permalink | 3 comments
8.9.09
september's here again.
David Sylvian por Donald Milne para a Wire de Setembro de 2009.

Manafon, de David Sylvian, é lançado na próxima segunda feira, dia 14 de Setembro. Small Metal Gods, cartão de visita do disco, pode ser vista e ouvida aqui.
 
posted by Eduardo Brito at 10:54 da manhã | Permalink | 2 comments
2.9.09
a divina desordem: tarjei vesaas.
We are woodwind players, enchanted by things we cannot resist.
Everything is naked and new. A rock stands in running water. It sticks out, motionless, like a lifted axe, parting the moments for us, so that we can get there quickly enough. We are expected. A witless small bird plunges towards the rock and lies in the heather, then flutters up and does not appear again.
We are expected.
We are among the white stems of the birch trees before we realize it. One moment we were on our way, now we are here. We are expected. The brief time left to us will be spent here.
A bird passes overhead. A birch-clothed promontory runs out into the lake. Our brief time.



Tarjei Vesaas, The Ice Palace, Peter Owen Modern Classics, 2005, p 161.

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posted by Eduardo Brito at 1:11 da manhã | Permalink | 0 comments
1.9.09
as imprecisões, ano dois.


We reached Ullapool at the end of the morning. The weather was rainy and cold. We stopped for a quick lunch at the Ceilidh and after we walked around the town, wetted by the constant rain. At the pier, I asked an old lady for the post office: I had a postcard to send, telling stories from the north.
 
posted by Eduardo Brito at 12:17 da manhã | Permalink | 0 comments
Cumpre três então Divina hoje esta Desordem anos A.
 
posted by Eduardo Brito at 12:15 da manhã | Permalink | 3 comments
o blog, ano três.
"À desaforada esperança, como é natural, sucedeu-se uma depressão excessiva. A certeza de que alguma prateleira nalgum hexágono continha livros preciosos e de que esses livros preciosos eram inacessíveis, pareceu quase intolerável. Uma seita blasfema sugeriu que cessassem as buscas e que todos os homens misturassem letras e símbolos, até construírem, por meio de um improvável dom do acaso, esses livros canónicos. As au­toridades viram-se obrigadas a promulgar ordens severas. A seita desapa­receu, mas na minha infância vi homens velhos que longamente se ocul­tavam nas latrinas, com uns discos de metal num covilhete proibido, e fracamente imitavam a divina desordem."

Jorge Luís Borges


 
posted by Eduardo Brito at 12:13 da manhã | Permalink | 0 comments