25.7.09
a divina desordem: i came so far for beauty.


Ludwig:

- Não há coisa mais bela e fascinante do que a noite. Dizem que o culto da noite, da Lua, é um culto materno; e o do Sol, do dia, um mito viril, portanto, paterno. No entanto, o mistério e a grandiosidade da noite sempre foram, para mim, o ilimitado e sublime reino dos heróis e, portanto, também aquele da razão.

Pobre Dr. Gudden, obrigado a estudar-me de manhã à noite, da noite à manhã. Mas eu sou um enigma. E quero permanecer um enigma para sempre. Para os outros, e também para mim mesmo.


Texto e fotogramas de Ludwig, de Luchino Visconti, 1972.

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posted by Eduardo Brito at 6:02 da tarde | Permalink |


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