28.7.09
a divina desordem: mild und leise.
Waltraud Meier em Liebestod, Tristan und Isolde, de Richard Wagner,
por Daniel Barenboim, Teatro alla Scala, Milão, 7 de Dezembro de 2007. Realização de Patrice Chéreau.

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25.7.09
a divina desordem: i came so far for beauty.


Ludwig:

- Não há coisa mais bela e fascinante do que a noite. Dizem que o culto da noite, da Lua, é um culto materno; e o do Sol, do dia, um mito viril, portanto, paterno. No entanto, o mistério e a grandiosidade da noite sempre foram, para mim, o ilimitado e sublime reino dos heróis e, portanto, também aquele da razão.

Pobre Dr. Gudden, obrigado a estudar-me de manhã à noite, da noite à manhã. Mas eu sou um enigma. E quero permanecer um enigma para sempre. Para os outros, e também para mim mesmo.


Texto e fotogramas de Ludwig, de Luchino Visconti, 1972.

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24.7.09
lançar os rostos.

A edição tem 168 páginas e é composta em caracteres Lisboa LF light e Lisboa Sans. A impressão é feita em off-set, sendo as fotografias apresentadas em papel couché. O Catálogo da exposição Os Rostos de Afonso Henriques reúne-lh as imagens, bem como obras fundamentais para a compreensão da figura do primeiro Rei de Portugal: uma tradução da Chronica Gothorum, feita especialmente para esta edição, a Crónica de D. Afonso Henriques, de Duarte Galvão, além de textos de autores como Gaspar Estaço, Frei António Brandão, D. António Caetano de Sousa, Alexandre Herculano ou Oliveira Martins.
O catálogo é lançado no próximo sábado, dia 25 de Julho, pelas 15:00, na Sociedade Martins Sarmento, em Guimarães.
A exposição mantém-se até 30 de Agosto, na Galeria da SMS. As imagens que a fazem podem ser vistas aqui, diariamente, a partir da próxima segunda feira.
 
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22.7.09
a divina desordem: a minha memória é feita de cinema.
Harpo Marx, em Go West, de Edward Buzzell, 1940.

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21.7.09
lançar primeiro.

Estas são as imagens e as palavras imaginadas dos momentos que gravaram a vida de Afonso Henriques, primeiro rei de Portugal. Perna partida, Mafalda de Sabóia, termas de S. Pedro do Sul, uma sela de cavalo em Coimbra, um castelo em Guimarães e um bispo Peculiar acamado em Braga. Está lá tudo. Afonso Primeiro: um livro escrito por Eduardo Brito e ilustrado por Alex Gozblau. A apresentação é hoje, pelas 21.30, no auditório da Biblioteca Municipal Raul Brandão, em Guimarães. Faz este livro parte das comemorações dos 900 anos do nascimento de Afonso Henriques. É editado pela Biblioteca Municipal Raul Brandão.
 
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12.7.09
Eleonora Sacrati, s/d, Antonio de Rosa, col. particular.


Foi considerada a mais bela mulher do mundo. Eleonora Sacrati, Principessa di Cardito. Consagram-na três retratos a óleo, dois livros, cinquenta e sete poemas, duas sonatas e uma ópera.

Eleonora era filha de Don Francesco Sacrati, Primeiro Duque de San Demetrio e de Giulia Maria di Mari. Nasceu em Ferrara, a 19 de Abril de 1725. Ali morreu a 6 de Maio de 1817. No dia 17 de Outubro de 1750 casou com Nicola Sigismondo di Loffredo, Quarto Princípe de Cardito, Sexto Marquês de Monteforte. O poeta Giacomo Benedetti escreveu-lhe catorze sonetos de amor. Sigismondo, irado pela imensa beleza dos versos de Benedetti, mandou-o matar.

Após a morte do marido, em 1754, tomou-se de amores pelo sobrinho deste, Don Nicola Maria di Loffredo, Patrizio Napoletano, Quinto Príncipe de Cardito, Sétimo Marquês de Monteforte. Casaram-se em Nápoles, em 1756 e, no ano seguinte, tiveram um filho a quem chamaram Ludovico. Don Nicola Maria di Loffredo morreria num duelo no ano de 1767, desafiado, nem mais, por um apaixonado de Eleonora.

De então em diante, o olhar de Eleonora Sacrati não mais deixou de conter uma infinita melancolia. Passou uma temporada em Veneza e, no ano de 1808, regressou definitivamente a Ferrara. Ficou célebre o fino recorte das cartas que foi escrevendo durante a sua estadia veneziana. A sua influência pressente-se nas obras de Visconti, Verdi, Pratt, Cimenti, Palazzi, Caracciolo e di Sangro, entre tantos outros.

Antonio de Rosa, pintor menor da escola florentina, retratou-a em 1756. Deixou escrito: "das sete vezes que iniciei o retrato da Princesa Eleonora Sacrati, em nenhuma a consegui olhar nos olhos. Sabia bem o que me sucederia se o fizesse".

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1.7.09
antropia: ver, ouvir e ler.
 
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