29.4.09
revisão.
A fotografia de Eric Rondepierre.
 
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referir.
Os desenhos de Marco Mendes.
As recomendações da Alice Bernardo.
A Avenida do Norte de Pedro Morgado.
O Benny Hall de Esticalimógama.
A arte maior da Mariana Pinto dos Santos.
 
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referênciasp.
© Jan von Holleben

Os sonhos de voar de Jan von Holleben.

[via Alice]
 
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28.4.09
pub.
© Carlos Zíngaro

Na Galeria de Exposições da Sociedade Martins Sarmento, em Guimarães, pode ver-se, até 30 de Maio, uma exposição retrospectiva do trabalho visual de Carlos Zíngaro. A exposição é comissariada por Marco Mendes, numa organização do Curso de Licenciatura em BD/I da Esap-Guimarães.

 
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27.4.09
do minho.
S. Bartolomeu do Mar, Esposende.
© Eduardo Brito

Mais algumas imagens do Minho feitas para o livro Traços de Identidade actualizadas aqui.
Para navegar, ir carregando em mensagens recentes /mensagens antigas.
 
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17 de Abril de 1969.



25 de Abril de 1974.

"Todos estivemos lá, ao fim e ao cabo".

[fotos: DR]

 
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24.4.09
a divina desordem: a minha memória é feita de cinema.
L' Année dernière à Marienbad, Alain Resnais, 1961, 94 min.

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21.4.09
a divina desordem: f de verdade.
Fotograma de F for Fake, Orson Welles, França / Irão / RFA, 1972.


You know, it might be just this one anonymous glory of all things: this rich stone forest, this epic chant, this gaiety, this grand choiring shout of affirmation which we choose when all our cities are dust to stand intact, to mark where we have been, to testify to what we had it in us, to accomplish.

Our works in stone, in paint, in print are spared - some of them for a few decades, or a millennium or two - but everything must finally fall in war or wear away into the ultimate and universal ash. The triumphs and the frauds the treasures and the fakes.

A fact of life. We're going to die.

"Be of good heart", cry the dead artists out of the living past.

"Our songs will all be silenced. But what of it?

Go on singing. "

Maybe a man's name doesn't matter... that much.



Orson Welles, in F for Fake, França / Irão / RFA, 1972.

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posted by Eduardo Brito at 12:07 da manhã | Permalink | 1 comments
14.4.09
do minho, actualizado.
Quatro tempos diferentes entre Castro Laboreiro e Lamas de Mouro.

© Universidade do Minho | Eduardo Brito
© Eduardo Brito


Mais algumas imagens do Minho actualizadas aqui.
Para navegar, ir carregando em mensagens recentes /mensagens antigas..
 
posted by Eduardo Brito at 9:23 da manhã | Permalink | 1 comments
9.4.09
a divina desordem: o tempo que resta, 64 dc e 1943 dc.
"Procede deste modo, caro Lucílio: reclama o direito de dispores de ti, concentra e aproveita todo o tempo que até agora te era roubado, te era subtraído, que te fugia das mãos. Convence-te de que as coisas são tal como as descrevo: uma parte do tempo é-nos tomada, outra parte vai-se sem darmos por isso, outra deixamo-la escapar. Mas o pior de tudo é o tempo desperdiçado por negligência. Se bem reparares, durante grande parte da vida agimos mal, durante a maior parte não agimos nada, durante toda a vida agimos inutilmente.
Podes indicar-me alguém que dê o justo valor ao tempo aproveite bem o seu dia e pense que diariamente morre um pouco? É um erro imaginar que a morte está à nossa frente: grande parte dela já pertence ao passado, toda a nossa vida pretérita é já domínio da morte!
Procede, portanto, caro Lucílio, conforme dizes: preenche todas as tuas horas! Se tomares nas mãos o dia de hoje conseguirás depender menos do dia de amanhã. De adiamento em adiamento a vida vai-se passando.
Nada nos pertence, Lucílio, só o tempo é mesmo nosso. A natureza concedeu-nos a posse desta coisa transitória e evanescente da qual quem quer que seja nos pode expulsar."

Lúcio Aneu Séneca, in Cartas a Lucílio, ed. Fundação Calouste Gulbenkian, 1991, pp 1 e 2.


"O tempo presente e o tempo passado
Estão ambos talvez presentes no tempo futuro.
E o tempo futuro contido no tempo passado.
Se todo o tempo é eternamente presente
Todo o tempo é irredimível.
O que poderia ter sido é uma abstracção
Que fica uma possibilidade perpétua
Somente num mundo de especulação.
O que poderia ter sido e o que foi
Apontam para um só fim, sempre presente."


T.S. Eliot, Quatro Quartetos [Burnt Norton], Ed. Relógio d'Água, 2004, p. 25.

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posted by Eduardo Brito at 9:48 da manhã | Permalink | 1 comments
8.4.09
referênciasp.
 
posted by Eduardo Brito at 8:52 da manhã | Permalink | 0 comments
7.4.09
a divina desordem: donostia, 1973.
Orson Welles e Fernando Rey no festival de cinema de San Sebastian, 1973.
Foto:DR.

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posted by Eduardo Brito at 8:55 da manhã | Permalink | 7 comments
6.4.09
do minho, actualizado.
EN 205, Cabanelas, Vila Verde.
© Universidade do Minho | Eduardo Brito

Mais vinte e cinco imagens do Minho, feitas para o livro Minho, Traços de Identidade podem ser vistas aqui. Para navegar, ir carregando em mensagens recentes /mensagens antigas.
 
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5.4.09
referênciasp.
 
posted by Eduardo Brito at 4:55 da tarde | Permalink | 0 comments
1.4.09
minho, traços de identidade - lançamento & blog de fotografias.
Onde o Minho começa: o Gerês visto de Fiães do Rio.
© Universidade do Minho | Eduardo Brito

Minho, Traços de Identidade é um livro editado pelo Conselho Cultural da Universidade do Minho. Ao longo de setecentas páginas, académicos e investigadores contribuem com textos e ensaios para o desvendar da identidade regional que o Minho constitui. É lançado hoje, às 15h00, na Reitoria da Universidade do Minho.

No blog do Minho podem ver-se as fotografias que fiz, ao longo dos dois últimos anos, para o projecto do Traços de Identidade. Durante algumas semanas, em séries de vinte e cinco imagens.


A volta pelas fotografias começa aqui.

O texto que a viagem fez escrever é este.

A apresentação e os obrigados são estes.
 
posted by Eduardo Brito at 1:46 da tarde | Permalink | 2 comments